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Em Breve
Art in Vidros
Entrevista Especial
Maior Fabricante de Aquarios do Sul do Brasil
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SUMP em Aquário de Plantas
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por
Rodrigo Otávio |
Antes
de tudo, gostaria de dar aos senhores(as), pacientes,
leitores(as), boas-vindas a um dos maiores e melhores
site de aquarofilismo do Brasil.
Estamos aqui justificadamente para tratar sobre a experiente
condição apresentada pelo tão polêmico
“filtro sump”.
O sentido de se ser um aquarofilista é romper
a teoria com as condições em que o hobbysta
se encontra, e, é claro, sem ultrapassar o limite
ideal para o bem estar dos viventes aquáticos.
Atualmente, trabalho com um aquário de dimensões
1,5 x 0,5 x 0,65 metros, adaptado para “filtro sump”,
de metragem 0,75 x 0,30 x 0,36, criando plantas e discos.
Os senhores (as) sabem muito bem o que isso quer dizer:
considerando a medida usual, temos 510 litros de hipotético
ambiente amazonense.
Filtro Sump
“Filtro Sump”, amostragem de exemplo vide foto nº
001, é um filtro subdividido em setores para
melhor aproveitamento do percurso da água e
de sua purificação. Um Filtro Sump básico
é aquele em que se tem seis (6) compartimentos,
sendo o último duas ou até três
vezes o tamanho dos outros, vez que o local será
reservado para a bomba submersa. Assim sendo, se os
compartimentos em média cada um tem de 10 a
15 centímetros, o último, no qual se
ficará a bomba, deverá ter de 20 a 30
centímetros. Contudo, há quem discorde
da regra.
A predisposição
dos elementos purificadores é controvertida
por diversos autores. A maioria menciona que os dois
primeiros compartimentos são livres, para que
se possa fluir toda a água do percurso de modo
instantâneo. Estando, na subseqüência
o perlon, o carvão, o complexo de colônia
de bactérias – de preferência cerâmica
– e por fim a bomba. Alguns, teimam em afirmar que
a seqüência certa seria a inversão
do carvão pelas cerâmicas, mas pode-se
provar em conformidade ao percurso da água
em passagem de dias: o perlon vai se saturando, vão
passando resíduos para o compartimento posterior.
Agora, imaginem os(as) senhores(as) se no próximo
estiverem as cerâmicas. Isso mesmo, estaria
por completo tomado pela sujeira, tendo que se lavar
para que não se criasse além de outros
seres. Devo salientar para os menos informados e não
menos relevantes, que a colônia de bactérias
é o coração de um aquário.
Para tanto, não deve ser lavada com freqüência,
pois com a corrente da água da torneira ou
mesmo o simples chacoalhar dentro de algum recipiente
estaria desperdiçando-se bactérias,
provocando certa deficiência no processo natural
do aquário. Concluindo, em particular, sugiro
que façam como eu (vide fotos nº 001,
002, 003 e 004). Dividam o aquário em 6 compartimentos
iguais; os dois primeiros ficam reservados para o
fluxo normal de água (mas deixem sem a primeira
barragem), no terceiro compartimento coloquem o perlon,
no quarto o carvão, no quinto a colônia
de bactérias e no último – sexto compartimento
– a bomba de propulsão. Lembrando que o último
deve ser duas até três vezes a
largura dos anteriores. Para ordenar as barragens
de forma correta, lembre-se que o percurso da água
quando passa pelo perlon deve ser de cima para baixo,
pois só assim ele retém a sujeira (vide
foto nº 001) Ainda, se querem reduzir o tamanho
do primeiro e segundo, podem sim, não vejo
por que haver mais um espaço, se a intenção
é reduzir o tamanho do filtro e aumentar sua
eficiência.
Vantagens
do filtro sump
À amostra figurativa , a nº 001 e 002
foram tiradas logo após uma limpeza do filtro.
As de nº 003 e 004, com 40 dias após as
primeiras.
Vejam que é satisfatório o processo
final de filtragem, de acordo com as fotos de nº
005, 006, 007, 008 e 009, vez que mostra a cristalinidade
da água. Foram ainda medidos, por via de dúvidas,
os índices de concentração de
amônia, ph, dureza e fosfato na água:
respectivamente 0 ppm, 6,8, 3,0 e 0,5.
Em seguinte, pelas fotos de nº 005, 006 e 007,
olhem a superfície e pasmem, pois não
há sequer resquícios de proteínas
(conhecida por outrem por nata, gordura e, mais, albumina)
na superfície da água. Acredito que
saibam que essa “nata” é extremamente prejudicial
aos peixes e plantas, vez que impedem a realização
de trocas gasosas. Retornando, o processo da filtragem
é instantâneo e mediato, ou seja, além
de atrair as partículas em suspensão
do aquário, retira também a antipática
proteína que se forma com filtros convencionais.
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