Oodium - pillularis
- Doença de ‘poeira dourada’ vulgarmente
chamado. Ataca principalmente alevinos e peixes novos, ataca
quase todas as espécies de peixes tropicais, Doença
muito contagiosa, e se espalha pelo aquário rapidamente,
produzindo uma perda total dos peixes. Apresenta sinais
parecidos do Ictio, em seguida apresenta uma camada na pele
em forma aveludada, branco ou amarelo. Nota-se um emagrecimento
e muita excitação do peixe. Retirar os peixes
afetados, Pode ser usado como medicamento o azul de metileno
5ml p/ 5 litros, pode-se elevar a temperatura do aquário
hospital , mantendo o aquário no escuro para matar
o parasita. Doença de difícil cura pela rapidez
da contaminação. Existem excelentes remédios
importados para a tentativa de cura, lembrando que deve-se
seguir rigorosamente a bula dos fabricantes.
Tuberculose-
Esta doença é simplesmente uma das mais temidas,
pode acabar com um aquário inteiro caso não
diagnosticado rapidamente, o peixe fica magro, com falta
de apetite, destruição das nadadeiras, deformação
da coluna, nado obliquo, o peixe fica desgovernado, Até
o momento não se tem cura, devemos sacrificar o peixe
sem dó, pois a doença pode ser transmitida
facilmente pela alimentação e pode-se correr
o risco de perder o aquário Todo!
Hidropsia
- Doença causada por uma bactéria, Aeromonas
Punctatos, o peixe fica com o abdomêm muito inchado,
pára de se alimentar. nada em circulos, pode ficar
com escamas eriçadas, destruição de
nadadeiras, manchas vermelhas em todo o corpo.
Muito díficil a cura, ainda não é conhecida
um remédio realmente eficaz para essa doença.
Fungo nos olhos: (pop-eye):
Os olhos ficam encobertos ou projetados (pop-eye). Pode
se tornar mais severo caso não seja tratado, pois
ocorre infecção também por bactérias,
além do peixe desenvolver tuberculose. As vezes ocorre
devido a quantidade excessiva de matéria em decomposição
na água.
Tratamento: Deve ser feito com associação
de antifúgicida e antibiótico.
Nadadeiras Degeneradas:
Uma das causas desta doença é a alteração
de pH, geralmente ácido. Outro fator, mais preocupante,
é a falta de higiene e a qualidade do alimento oferecida,
causando má condição da água
e desnutrição, respectivamente. Estes fatores
podem ainda serem portas de entrada para outras doenças.
Cóstia:
Causado por três protozoários (Chilodonella,
Costia (ichtybodo) e Cyclochaeta (Trichodina)) afetando
a pele causando um embaçamento das cores, produção
excessiva de muco e debilidade. Em estágios mais
avançados atingem as guelras causando a morte do
animal. O surgimento desta doenças ocorre devido
a quedas de temperaturas na água. Tratamento com
remédios apropriados.
Hexamita:
O agente etiológico da doença é o Hexamita,
protozoário flagelado.O nome "Parasita do Disco".
Existe uma doença chamada "Hole-in-the-head"
(dç. do Buraco na cabeça), frequentemente
observada em Discos, Acarás, Oscar e outros Ciclídeos,
associando-se a presença do Hexamita, bem como a
infecções bacterianas, desnutrição,
aquário sujo, além do uso de carvão
ativado. Em muitos peixes a infecção é
inaparente, acometendo espécimes jovens. Por isso,
quando observarmos um peixe muito emagrecido devemos pensar,
além dos distúrbios alimentares, primeiro
em Tuberculose e depois em Hexamita. Outro sinal observado
na doença é o escurecimento da pele. TRATAMENTO:
A prevenção faz-se através da boa alimentação,
a qual evita lesões intestinais. Manter limpo e higiênico
seu aquário. A doença tem cura e deve ser
adquirida seu medicamento em lojas especializadas.
Parasita do Disco:
É um protozoário presente no intestino nas
espécies de Disco. Dissemina-se lentamente para outros
peixes. Sinais: causa doença inflamatória
intestinal. O parasita é detectado pelo exame microscópico
do animal sacrificado. Tratamento: Metronidazol pode ser
eficaz.
Acidose: água ácida.
Muitas espécies de peixes convivem bem em águas
ácidas, outros preferem águas alcalinas (pH
> 7.0) ou neutras. Daí a importância de
conhecermos o pH ideal de cada espécie e mantermos
monitorizado o aquário quanto ao pH. Grandes acidoses
podem levar à morte lenta ou rápida dos peixes
que não convivem em meio ácido. Os peixes
morrem em posição natural, muitas vezes escondidos
entre as plantas. Sinais: observamos aumento na frequência
respiratória, boquejamento, opacificação
e depósitos de cor cinza nas brânquias, vegetações
e secreção mucosa (de muco) nas brânquias,
escamas eriçadas, nadadeiras fechadas, pele avermelhada
e peixes que nadam em círculos.
Ascite Infecciosa
(septicemia hemorrágica ): A doença é
própria dos ciprínideos: Barbus, Brachydanio,
Danio, Tanichthys. Sinais: olhos saltados ou olhos fundos,
ânus avermelhado e prolapsado (deslocado do seu lugar
habitual, caído), líquido amarelado (em alguns
casos aquoso ou claro) na cavidade abdominal, fígado
amarelado ou castanho-amarelado ou cinza-esverdeado, inflamação
do intestino e bexiga natatória. TRATAMENTO: Devemos
criar condições para uma boa resistência
e imunidade e as boas condições de higiene
decidem o curso da doença. Isolar o peixe doente.
Ferimentos:
Em meio natural, as lesões traumáticas resultam
geralmente de ataques de predadores. Essa lesões
cicatrizam facilmente, a não ser que exista uma infecção
secundária na lesão. No aquário, os
ataques de predadores ocorrem por incompatibilidade entre
as espécies ou lutas pelo território quando
se introduz um peixe novo. As lutas entre machos da mesma
espécie são bem conhecidas (Bettas, Ciclídeos
africanos) ou por falta de adaptação de peixes
em geral, sofrem lesões na pele como hematomas ,
hemorragias, nadadeiras destruídas. TRATAMENTO: Isolar
o peixe em aquário hospital, Permanganato de potássio
a 2%, pincelar o ferimento com Tintura de iodo, oferecer
pouco alimento.
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