Existem mais de 150 espécies
que pertencem ao gênero Corydora, vivendo nos rios e ribeiros
da Amazônia, sendo a sua esperança de vida de 8 a 10 anos
aproximadamente.
O corpo encurvado e couraçado
das Corydoras é constituído por placas articuladas. As Corydoras
atingem facilmente 4 a 6 cm, em aquário. Possuem uma barbatana
adiposa, a semelhança dos Caracídeos. As barbatanas
peitorais e a dorsal apresentam espinhos nas suas extremidades. As Corydoras
estão, deste modo, devidamente protegidas contra o ataque
de eventuais predadores. Por isso, cuidado com os dedos. O ideal
para começar é colocar um grupo de 6 a 8 Corydoras, todas
da mesma espécie, num aquário de 100 litros aproximadamente,
com um vidro frontal de grande comprimento, pois estes peixes são bons
nadadores. Dentro do gênero Corydora, existem várias espécies
que se adaptam facilmente ao aquário: Corydora panda, C. adolfoi,
C. barbatus, C. aeneus, C. paleatus, etc. Na natureza, as Corydoras evoluem
em diferentes cursos de água de regiões tropicais da América
do Sul, desde o Peru até a Venezuela, passando pela Bolívia.
Os seus locais de predileção são as ramificações
mortas da Amazônia, os leitos pouco profundos dos rios e a tranqüilidade
de alguns riachos. A sua boca orientada em direção
ao solo é uma das características das Corydoras. Elas Corydoras
absorvem o oxigênio, utilizando-o nos seus intestinos. Trata-se,
de certa forma, uma respiração intestinal. O
oxigênio aspirado à superfície da água entra
no sangue através dos vasos sangüíneos existentes
nas paredes do intestino. Não podemos com isto concluir que este
peixe possa sobreviver numa água pobre em oxigênio.
A alimentação deve ser de boa qualidade, pois estes peixes
devido à sua vivacidade necessitam de uma alimentação
cuidada e distribuída várias vezes ao dia. Não nos
podemos esquecer do feitio da sua boca e por isso, a alimentação
deverá ser adaptadaao
seu caso. Servem-se dos barbilhões que possuem nos cantos
da boca para detectar a comida por entre os detritos e os interstícios
da areia e só quando estão em cima dela é que a detectam,
através do olfato. Sempre que procuram comida, o seu corpo eleva-se
ligeiramente acima do solo, enterrando-se na areia até as barbatanas
peitorais.
As fêmeas distinguem-se
facilmente por serem maiores que os machos e mais roliças, e os
machos por terem as barbatanas ventrais mais pontiagudas. Existem relatos
de exito em cativeiros, mas sua reprodução é muito
dificil.
Veja Fotos
| Temperatura | Reprodução | Origem | Ph | Dh | Iluminação | Alimentação |
| 23 a 27 G | Ovipara | America Sul | 6.8 | 6 | Média, 10 hs Dia | Pedras, Fundo |